Uso do cinto de segurança: 5 erros que devem ser evitados

O cinto de segurança é um dos itens mais importantes de um veículo, sendo fundamental e muito eficaz na proteção durante um trajeto. Mas, nem sempre ele é utilizado de maneira correta e assim são cometidos alguns erros que poderiam ser facilmente evitados.

E quais seriam esses erros? Responderemos essa questão no post de hoje. Acompanhe a seguir! 

Cinto de segurança: o que dizem as estatísticas?

De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), o uso do cinto de segurança ajuda a reduzir em até 45% o risco de mortes por acidentes para os passageiros do banco da frente e 75% do banco de trás.

Mesmo diante da eficiência comprovada e principalmente da obrigatoriedade por lei, uma boa parte da população não possui o hábito de utilizar o cinto de segurança ou cometem erros que não deveriam e que podem levar a um acidente, muitas vezes, fatal.

Além disso, quando o cinto não é utilizado ou seu uso é feito de maneira inadequada, torna-se uma grave infração, com aplicação de multa de R$195,23 e a perda de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Quais erros devem ser evitados?

Para que você não corra nenhum risco ao pegar a estrada, trouxemos os 5 erros mais comuns ao utilizar o cinto de segurança e que sim, podem ser evitados! Veja a seguir:

1 – Passar a faixa do tórax pelas costas

Alguns motoristas se incomodam com o uso do cinto de segurança e acabam utilizando um artifício que oferece um perigo maior: passar a faixa do tórax pelas costas. Desta forma, ele fica preso somente pela faixa subabdominal. 

Assim sendo, o cinto perde a sua eficácia e segurança, abrindo espaço para ferimentos mais sérios em casos de acidente. 

2  – Cinto sobre o pescoço

Na hora de afivelar o cinto, alguns condutores deixam a faixa passar sobre o pescoço. Isso ocorre quando a altura não é regulada, ou seja, o ajuste não foi bem posicionado na coluna B, entre a porta dianteira e traseira. O ideal é passar o cinto sobre o ombro e atravessar o tórax

3 – Uso de grampos ou presilhas 

Outro exemplo de quando o motorista se sente incomodado com o cinto de segurança colado ao corpo é o uso de grampos ou presilhas na tentativa de afrouxar. Porém, essa prática é bastante perigosa e em caso de colisão frontal, o corpo pode sofrer um forte deslocamento

4 – Utilizar o cinto muito folgado

Muitas pessoas dizem que o cinto aperta o pescoço e amassa a roupa, por isso decidem deixá-lo folgado. Mas isso não é recomendado, pois diminui bastante a segurança e aumenta os riscos na estrada.

5 – Cinto de segurança torcido

Até parece que não faz diferença, não é mesmo? Mas, utilizar o cinto, isto é, a faixa torcida, pode atrapalhar a sua função, que é promover a segurança. Por isso, é importante estar atento ao colocá-lo e verificar se a tira não torceu na região do tórax.

Todos esses erros cometidos podem e devem ser evitados! Compartilhe o conteúdo para que outras pessoas também saibam sobre o assunto!

Outros conteúdos

Maio Amarelo: o papel da visibilidade na prevenção de acidentes

Todos os dias, milhões de pessoas enfrentam o trânsito sem perceber um fator essencial para a segurança: a visibilidade....

Dyna marca presença na Autopar 2026 e reforça conexão com o mercado automotivo

A edição 2026 da Autopar 2026 reafirmou sua importância como um dos principais encontros do aftermarket automotivo da América...

Os erros mais comuns na hora de trocar palhetas

As palhetas do para-brisa são componentes essenciais para garantir boa visibilidade durante a condução do veículo, especialmente em dias...

Preencha as informações abaixo e receba o catálogo