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História do automóvel: Descubra qual foi o primeiro carro no Brasil

Última atualização em 30/11/2020 por

A história do primeiro carro no Brasil é bem mais antiga do que pensamos. Em uma época onde só existiam carroças e cavalos, Santos Dummont foi o responsável por trazer o primeiro veículo para o nosso país.

A imagem mostra o primeiro carro antigo do Brasil.

Os primórdios do automóvel

Antes de falarmos mais sobre o primeiro carro no Brasil, precisamos citar que, em 1885, o primeiro veículo movido à gasolina foi criado. O primeiro modelo, então, foi desenvolvido por um alemão chamado Karl Benz, e batizado de Motorwagen.

Mas, a nossa história começa mesmo com a curiosidade de Alberto Santos Dumont, que mais tarde seria conhecido como o pai da aviação. Com o surgimento dos primeiros automóveis na França, por volta de 1891, ele decidiu estudar essa novidade e trazê-la para o Brasil.

Então, passou a circular pelas ruas esburacadas o primeiro veículo movido a gasolina. Era um modelo Peugeot Type 3 Vis-a-Vis, de 1891, conhecido na França como Peugeot Voiturette.

O mesmo era equipado com motor Daimler, movido a gasolina, com dois cilindros em V e 3,5 cv de potência máxima. O modelo permitia ao carro alcançar 18 km/h.

E vale lembrar que, a produção da Peugeot havia começado em 1890, apenas com protótipos, e os primeiros carros foram fabricados a partir de 1891.

Fatos marcantes dos veículos no Brasil

Nos primeiros anos do século XX, a maioria dos automóveis fabricados, eram movidos a energia elétrica ou vapor. Somente durante a década de 1920, que os carros passaram a contar com motor a gasolina, se tornando preferência entre os consumidores.

Desta forma, com o passar do tempo e o avanço da tecnologia, os carros foram se tornando mais modernos.
Aqui no Brasil, ocorreram diversos fatos memoráveis, que marcaram a história e a evolução dos automóveis. Separamos os principais acontecimentos a seguir. Embarque com a gente!

1919 – Primeira indústria automotiva

A primeira indústria automotiva a vir para terras brasileiras foi a Ford Motors Company, antes mesmo da General Motors e Volkswagen. Localizada em um pequeno armazém, apresentava uma linha de montagem especial para o famoso modelo T, que recebeu carinhosamente o apelido de Ford Bigode.

Após um início tranquilo, a demanda por caminhões e veículos de tração, mais potentes, levou a empresa norte americana a procurar espaços cada vez maiores. Desta forma, foi necessária a mudança para o ABC paulista.

1945 – Oportunidade para as metalúrgicas

Nesta época, o Brasil mantinha uma envelhecida frota de carros, utilitários e caminhões norte americanos e europeus dos anos 1930. Isto porque, a produção de matéria prima, bem como os fabricantes, tinha passado os últimos anos preocupados com a Segunda Guerra Mundial.

Assim sendo, durante esse conflito, os carros militares eram prioridade. E o mercado nacional teve que improvisar soluções para a escassez de gasolina. Foi nesse momento que as metalúrgicas começaram a ganhar mais espaço.

1957 – Kombi: o primeiro veículo nacional

Nesta época, a empresa Volkswagen iniciou a produção do primeiro veículo da marca, totalmente brasileiro, a Kombi. Esse nome foi pensado para dar uma ideia de combinação, uma vez que o automóvel combinava com o transporte de cargas e também passageiros.

1973 – Revolução automobilística

Com as pessoas em busca, cada vez mais, de automóveis melhores, as montadoras passaram a investir em verdadeiras alterações de capacidade e estilo. Assim sendo, em 1973, começou a revolução automobilística no país.

Surgiram, então, novos modelos, que foram traçando sua história no mercado. Dentro de toda essa mudança, se destacou o primeiro carro realmente atualizado: o Chevette, fabricado pela General Motors.

1980 – Modernização

Nos anos 80, o Fusca foi perdendo a força, mesmo após 20 anos como o campeão de vendas. Então, ele passou o bastão para o Gol, que ainda não tinha todas as qualidades que o consagrou, mas já dava indícios de que seria um ótimo carro.

Anos 90 e atualidade

A recomendação técnica é de que, os limpadores devem ser trocados uma vez por ano. Porém, sua vida útil pode variar. Isto porque são levados em consideração diversos fatores, entre eles o próprio uso. Quando utilizados com maior frequência, a borracha acaba se deteriorando mais rápido, precisando ser trocada antes do tempo.

Outro fator comum, e que pode alterar a vida útil do limpador de para-brisa, é a condição climática do local onde você reside. Tanto o sol quanto a chuva em excesso, podem levar a um grande desgaste, e acelerar o processo de deterioração do material.

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